sábado, dezembro 29, 2007

Um Post Especial!

O meu 2007!


Ano de grandes perdas e grandes ganhos pessoais e profissionais, basicamente.


Mau no geral, mas fantástico em pormenor.


Velhos amigos que desapareceram para sempre e novos que chegaram.


Antigos meus Dominadores no BDSM que se afastaram e o meu Dono actual que me salvou e veio dar cor à minha vida, fazendo-me voltar a acreditar; com momentos de maior fragilidade minha por vezes, mas com grande doçura e determinação dele a maior parte das vezes!


Sucintamente, depois de ferida de morte por um suposto Dono e Amigo, o meu Senhor desde Agosto foi o meu anjo da guarda que continua a velar por mim mesmo que eu nao queira... Devo-lhe mais que submissão e gosto-o mais do que Dono, porque é tudo que me faz vibrar, especialmente um grande, grande Amigo com uma grande, grande alma!


Lado a lado, os Amigos que não me deixaram desistir - e tenho de citar nomes, alietoriamente, porque eles me são "a outra familia" - Carla M., Nuno T., Bruno S., Angela B., Ines R., António S., Ricardo P., Carlos M. e Carlos G., Rafael, Miguel B., Sérgio e Ana, Jorge A., Susana G., Luísa L., Pedro A., João O., Isa e Isabel F., e todos os amigos mais ausentes mas que se continuaram a preocupar - perdoem-me se esqueço algum!


Também os muitos amigos da net e do Projecto Dominium, que me ajudam a acreditar que vale a pena ainda, apesar de tanto ódio e de faccionismos ultrapassados, tentar fazer, unir, colar, a Comunidade BDSM Portuguesa.


Incluo lojas e colaboradores e gente sempre pronta a ajudar no BDSM, como no SIEL 2007 - Fernando, Carlos, Leonel, Lurdes, Mário, Carla, Daniel e a sua comunidade Gótica, Nuno e Rui - instituições de prestigio como Luta Portuguesa Contra a Sida, bares e discotecas, restaurantes e um clube de swing em particular, artistas de nome e amadores, escritores, homens e mulheres da BD, gente anonima que compra a Revista Dominium e vai aos eventos e escreve mails e também os que dão a cara no Fórum Dominium a apoiar e a oferecer colaboração - MUITO OBRIGADA A TODOS!


Que 2008 seja o ano das vossas vidas e o ponto de viragem para uma Comunidade BDSM e alternativa em geral, sob o signo da coesão e objectivo comuns - a não auto-discriminação e orgulho em ser quem somos, diferentes entre iguais....


Bom Ano a todos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Cheers!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Brinde a 2008!

Desejo o melhor Ano de sempre aos meus leitores
e que Entrega e Integridade sejam
palavras-chave em 2008,
em tudooooooooooooooooooo!!!!
Ah e, claro, vamos tentar...

quinta-feira, dezembro 27, 2007

"Deve ser uma escolha difícil para uma mulher, a escolha entre a liberdade e o amor."

in "Players of Gor" - John Norman

quarta-feira, dezembro 26, 2007


ARCA DE ADÃO
"No Paraíso não havia arcas.
Tudo cabia em tudo.
Orgulhosa inocência,
não pungia a infância,
desatado laço.
Por seus pais não doía a memória,
tanto omnioso atropelo.
A serpente não desejava a morte.
Armadilhados, expulsos,
Adão ungiu-lhe de suor o corpo.
E acariciou-o com folhas
de cânfora, penetrando-a, contra a sua ira.
Doravante Eva seria a sua arca."
in "Adão, Eva e o Mais e Planetário e Zoo dos Homens"
António Osório - 1983
"Os milagres acontecem, basta pôr pó de estrelas em cima!" - disse eu ao meu Dono.
E ele usou pó de estrelas e este Natal os milagres aconteceram.
Ainda não acabaram, porque apanhei duas estrelas cadentes nos olhos que ofereci ao meu Senhor!
Quando se quer mesmo, desesperadamente - tudo acontece!
Obrigada, meu Dono, que adoro muito mais que quinhentas vezes...

ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!



ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!


ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!


ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!



ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!
ADORO-O, MEU DONO! ADORO-O, MEU DONO!

Parabéns ao Pedro!

clica em cima para veres melhor

Mais um Amigo a merecer parabéns aqui, até pelos comentários acintosos que são a sua marca...

Excelente fotógrafo e montador de casas, aqui fica a minha homenagem simples...

Beijo na testa!

quinta-feira, dezembro 20, 2007

INFORMAÇÃO ÚTIL


  • Sexualidade em Linha: 808 222 003
  • International Lesbian & Gay Association (ILGA): 21 887 61 16
  • Linha Sida: 800 266 666
  • S.O.S. Sida: 800 201 040
  • Abraço: 800 225 115
  • SOS Grávida: 808 201 139

BOAS FESTAS A TODOS OS MEUS LEITORES...


Que dizer?...


Ho Ho Ho!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





Como Natal é quando um Homem quiser, escolham aqui o vosso Pai Natal - ehehehehe





Feliz 2008 com BDSM, dores e sorrisos, Dominação e submissão mas, acima de tudo, muita entrega em tudo o que fizerem!

quarta-feira, dezembro 19, 2007

PARTICIPEM!!!!!!!!!

Este é um apelo à participação - masculina e feminina - no estudo de Doutoramento de Patrícia Pascoal, psicóloga clínica, terapeuta sexual, ex-presidente da Linha SOS Dificuldades Sexuais, e na blogosfera... autora do http://patriciapascoal.blogspot.com/

A partir de um questionário colocado hoje online, Patrícia Pascoal vai analisar o contributo de variáveis como a família, o casal e o indivíduo para a satisfação sexual. As respostas são anónimas e confidenciais. Investir 15 a 30 minutos na pesquisa desta especialista em sexologia é com toda a certeza uma decisão consequente.

Biografia *Psicóloga Clínica no Hospital Júlio de Matos; *Psicóloga e Mestre em Psicologia Clínica pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; *Doutoranda da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa; *Sexóloga Clínica e Terapeuta Sexual pela Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica; *Formanda em Psicodrama pela Sociedade Portuguesa de Psicodrama.

As dúvidas podem ser tiradas aqui: estudo.sexologia@gmail.com

Participe!!!

Agradecimentos!!!!!!!!!!!!!!!

clique em cima


Aquele muito obrigado especial a todos que contribuiram para que o Jantar de Natal & Noite Dominium 2007 fosse um sucesso!
Presentes e ausentes...

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Uns dias de descanso...


E bem mereço...


Finalmente, a 24h do Jantar Natal & Noite Dominium 2007, vou ter uns dias mais descansados.

Quero agradecer a quem me ajudou na organização, para tentarmos agradar a todos no próximo sábado - e foram alguns.


Por esse motivo - mês e meio de dedicação à causa Dominum, talvez me tenha ausentado um pouco daqui, mas sei que compreendem...


Na próxima semana tenho uma grande surpresa para partilhar com os meus cem visitantes diários (em média), só me restando agradecer a vossa paciência (especialmente do meu Dono) e carinho que demonstram...


Me aguardem - estes próximos dias são de descanso merecido!


Bom fim-semana *




quinta-feira, dezembro 13, 2007

Parabéns especiais em BDSM...




Parabéns especiais a uma Amiga especial e a um amigo não menos...

Isa e João - contem o máximo deles, com muitos chicotes, algemas, luvas, tramplings e capuzes !

Façam o favor de serem felizes!..........

quarta-feira, dezembro 12, 2007

NOVOS PONTOS DE VENDA REVISTA DOMINIUM

COIMBRA

“D'Artemúsica”
Loja 22, C.C. Golden Av. Sá da Bandeira,
115 3000 Coimbra
Tel: 239 821 757 / 91 410 11 36
Fax: 239 821 757
E-mail: dartemusica@dartemusica.com
Site: http://www.dartemusica.com/

“Antena - Loja de Discos”
R Dr. Pedro Rocha, 4
3000-330 Coimbra (junto ao Pátio da Inquisição)
Tel: 239 834 039
Site: http://www.antena.com.pt/
E-mail: info@antena.com.pt

LEIRIA

“Loja Alquimia”
Centro C. D.Dinis - Loja 304
Contactos: 244 836 688 / 962 312 547
Site: http://www.alquimiazone@gmail.com/

"Livraria Boa Leitura”
Av. Dr. Francisco Sá Carneiro, Edifício Terraços do Lis
Lote 2 – Piso 1 – Loja 4 2415-376 Leiria
Contactos: 244 831 830 / Fax: 244 831 825
Site: http://www.boaleitura.com/

LISBOA

“Tocsin Club”
Rua da Atalaia 172, Bairro Alto - Lisboa
Site: http://disordertocsin.pt.vu/

“Bar Disorder”
Rua de S. Paulo, 27 (ao Cais do Sodré) Lisboa
Site: http://disordertocsin.pt.vu/

“Lojas Erotika”
1) Rua dos Correeiros, 163 – Telef.: 213 430 786
2) Rua Quirino da Fonseca, 7 – Telef.: 218 465 972
3) Rua Conde Redondo, 82 – Telef.: 213 155 094
4) Rua Nova Trindade, 26 – Telef.: 213 424 126
5) Rua Almeida Garret, 55 – SETÚBAL – Telef.: 265 537 537
Site: http://www.sexmail.pt/

“Loja Contranatura Peep-Show”
Avenida Almirante Reis, 10 (ao Intendente)
Telef.: 218 878 004
Site: http://www.sexmail.pt/

PORTO

“Livraria MUNDO FANTASMA”
Shopping Center Brasília
Rua Luís Veiga Leitão, 98/120 – 1º - Loja 203
4050-399 Porto
Telef.: 22 609 14 60
blog: http://www.blog.mundofantasma.com/
E-mail: livraria@mundofantasma.com
Site: http://www.mundofantasma.com/

"CENTRAL COMICS"
Rua das Doze Casas, 22 4000-193 Porto
Telef.: 22 510 74 30
E-mail: loja@centralcomics.com

"CASA D'EROS"
Rua Firmeza, 570 4000-226 Porto
Das 11h às 19h30, excepto Domingos e feriados (Hora de Almoço das 13h às 14h)
Telef.: 22 340 62 02 / 22 340 63 14
Site: http://www.casaderos.com/

“Lojas Hypsen Cybindustry”
Rua Júlio Dinis, 752 Centro Comercial Parque Itália Loja 54, 60/61,
4050-321 Porto
Telef. 22 6007215
HORÁRIO: 14h às 19.30h
E-mail: hypsen.cybindustry@gmail.com
Site: http://www.hypsen-cybindustry.com/

"Livraria Leitura"
R: de Ceuta, 88 4050-189 Porto
Telef: 22 207 62 00
E-mail: leitura@livrarialeitura.pt

“Ctenus/Bar do Fernando-45”
R: Santos Lessa
4450 - Leça da Palmeira

“Papelaria Chelas”
R: Hintze Ribeiro
4450 Leça da Palmeira




NOTA: Se conhece ou tem um ponto de venda interessante para a venda da Revista Dominium, contacte-nos aqui ou por email redaccao@dominiumonline.com OBRIGADA!

terça-feira, dezembro 11, 2007

foto de M.A., Póvoa de Varzim, 2007
Imprescíndivel ver o video que acompanha o texto em "Ser Minoritário: Porquê?
"Originalmente feito a propósito da preferência por práticas sado-masoquistas, este belíssimo trabalho parece-me um excelente exercício-resposta às questões colocadas por aqueles que procuram modelos etiológicos e explicativos para uma qualquer suposta diferença ou minoria sexual." - Drª Patrícia Pascoal



"Because it feels good;
because it gives me an erection;
because it makes me come;
because I'm sick;
because there was so much sickness;
because I say FUCK THE SICKNESS;
because I like the attention;
because I was alone a lot;
because I was different;
because kids beat me up on the way to school;
because I was humiliated by nuns;
because of Christ and the Crucifixion;
because of Porky Pig in bondage, force-fed by some sinister creep in a black cape;
because of stories of children hung by their wrists,burned on the stove, scalded in tubs;
because of Mutiny on the Bounty;
because of cowboys and Indians;
because of Houdini;
because of my cousin Cliff;
because of the forts we built and the things we did inside them;
because of what's inside me;
because of my genes;
because of my parents;
because of doctors and nurses;
because they tied me to the crib so I wouldn't hurt myself;
because I had time to think;
because I had time to hold my penis;
because I had awful stomachaches and holding my penis made it feel better;
because I felt like I was going to die;
because it makes me feel invincible;
because it makes me feel triumphant;
because I'm a Catholic;
because I still love Lent, and I still love my penis, and in spite of it all I have no guilt;
because my parents said BE WHAT YOU WANT TO BE, and this is what I want to be;
because I'm nothing but a big baby and I want to stay that way, and I want a mommy forever, even a mean one, especially a mean one;
because of all the fairy tale witches, and the wicked stepmother, and the stepsisters, and how sexy Cinderella was, smudged with soot, doomed to a life of servitude;
because of Hansel, locked in the witch's cage until he was fat enough to eat;
because of "O" and how desperately I wanted to be her;
because of my dreams;
because of the games we played;
because I've got an active imagination;
because my mother bought me Tinker Toys;
because hardware stores give me hard-ons;
because of hammers, nails, clothespins, wood, padlocks, pullies, eyebolts, thumbtacks, staple-guns, sewing needles, wooden spoons, fishing tackle, chains, metal rulers, rubber tubing, spatulas, rope, twine, C-clamps, S-hooks, razor blades, scissors, tweezers, knives, pushpins, two-by-fours, Ping-Pong paddles, alligator clips, duct tape, broomsticks, barbecue skewers, bungie cords, sawhorses, soldering irons;
because of tool sheds;
because of garages;
because of basements;
because of dungeons;
because of The Pit and the Pendulum;
because of the Tower of London;
because of the Inquisition;
because of the rack;
because of the cross;
because of the Addams Family playroom;
because of Morticia Addams and her black dress with its octopus legs;
because of motherhood;
because of Amazons;
because of the Goddess;because of the moon;
because it's in my nature;
because it's against nature;
because it's nasty;
because it's fun;
because it flies in the face of all that's normal (whatever that is);
because I'm not normal;
because I used to think that I was part of some vast experiment and that there was this implant in my penis that made me do these things and that allowed THEM (whoever THEY were) to monitor my activities;
because I had to take my clothes off and lie inside this plastic bag so the doctors could collect my sweat;
because once upon a time I had such a high fever that my parents had to strip me naked and wrap me in wet sheets to stop the convulsions;
because my parents loved me even more when I was suffering;
because surrender is sweet;
because I was born into a world of suffering;
because I'm attracted to it;
because I'm addicted to it;
because endorphins in the brain are like a natural kind of heroin;
because I learned to take my medicine;
because I was a big boy for taking it;
because I can take it like a man;
because, as somebody once said, HE'S GOT MORE BALLS THAN I DO;
because it is an act of courage;
because it does take guts;
because I'm proud of it;
because I can't climb mountains;
because I'm terrible at sports;
because NO PAIN, NO GAIN;
because SPARE THE ROD AND SPOIL THE CHILD;
because YOU ALWAYS HURT THE ONE YOU LOVE."

In collaboration with his partner, Sheree Rose, Bob Flanagan's performances combined text, video, and live performance in an exploration of sex, illness, and mortality. BOB FLANAGAN succumbed to cystic fibrosis on January 4, 1996.

Mais detalhes e informação em http://en.wikipedia.org/wiki/Bob_Flanagan

Desenho gentilmente cedido por LordeEstevão - Brasil

A Iniciação


Primeiro Dia

"Dom estava na sua casa deitado ao lado da sua escrava quando estava ele escutando uma ária cantada por Maria Callas e fez se relembrar da iniciação que acontecera um mês e meio atrás com essa maravilhosa escrava. Ele fecha os olhos e inicialmente as cenas começam a serem montadas com rapidez na sua mente.
Assim depois de uma semana conversando pela Internet decidem se encontrarem para o devido encontro e da sua iniciação, marcam para um final de semana que coincidia com um feriado na segunda-feira e os dois preferem numa cidade neutra. Se encontrem no Balneário Camboriú e ele estava na rodoviária esperando por ela, na plataforma que fora indicado, assim depois de meia-hora chega como tinha falado, se cumprimentam com um beijo fulminante e ardente e vão para o local que fora cedido para eles.
Chegam no local os dois deparam com um belo apartamento que é mobiliado com belos móveis, mas isso não era importante quanto a facilidade do local para a sessão, assim na sala de visitas a escrava coloca sua mala e Dom faz o mesmo, e em seguida começa a lentamente tirar as suas roupas e depois ele ordena que ficasse em inspeção.
Dom com suas mãos passeia pelo corpo, conhecendo cada parte, provocando nela um arrepio que muito tempo não sentia, as mãos num tamanho agradável tocava com firmeza que isso deixava mais ainda excitada.
Depois desse passeio pelo corpo dela Dom pega uma corda de 10 metros, amarra num dos seios e faz o mesmo com outro seio e com as pontas que sobraram prende nas costas fazendo como um sutiã puxando os seios para os lados, assim vão para a copa e abre a geladeira e pega duas formas de gelos, pratos fundos, enche os dois pratos de gelo e coloca na mesa.
Com esses pratos, na mesa, com gelos é ordenado que ela deitasse colocando os seios nos pratos e ao encostar os seios ela sente o frio fisgando os seios com o gelar deles. Assim Dom pega outra corda e amarra os braços impedindo que ela levantasse, e como ela deitou não no centro da mesa, mas perto da beirada da mesa ele amarra com outra corda as pernas aos pés da mesa, estando assim a escrava já sentia uma grande excitação causada pelo formigamento e dor nos seios, mas ela não conseguia imaginar o que viria agora. No entanto, sentia que as mãos dele estava passeando pelas coxas chegando perto da virilha e com isso deixava enlouquecida. De repente ela sente na bunda sendo chinelada várias vezes até num momento cessar como começou (com as mãos passeando pelas coxas dela).
Dom faz um carinho no rosto dela e solta as amarras dela e ordena que ela ficasse na posição de espera na sala de visita, e que não tocasse no seu corpo. Os seios ainda estavam doloridos quando ele chega na sua frente e é ordenada que ela se levante com as mãos na nuca.
- 5 a 15?
A escrava não entendeu e falou:
- Como meu Senhor?
- Um número de 5 a 15.
- desculpe. 7 Senhor.
Antes que ela terminasse dizer a palavra “Senhor” ele começa a dar tapas nos seios que foram sete vezes em cada um. Com isso provocara uma grande excitação em ambos.
Ao termino deste spanking nos seios Dom pega uma corda e passa várias vezes apertando bem na cintura fazendo com que ela encolhesse a barriga e a escrava é ordenada que sente e numa cadeira, com outra corda amarra as mãos da sua escrava no encosto da cadeira, depois amarrar as mãos da sua escrava passeia com suas mãos pelo corpo dela e sente que o tesão nela era grande, mas para ele ainda não era o momento do gozo, pois ela teria que merecer.
Assim ele pega outra corda e prende as pernas dela deixando suspensas que deixava a vagina destacada e com acesso fácil e outra vez da mais um passeio pelo corpo dela provocando-a mais ainda a excitação que aumentava gradativamente. Dessa forma ele pega um plug e passa entre os grandes lábios, mas não penetrando, ela fecha os olhos e de repente sente a penetração vaginal provocada pelo plug e com isso solta um gemido.
Ao escutar esse gemido Dom começa bem lentamente os movimentos vai vem e ela soltava os gemidos que até então não tenha soltado e ele escutando assim Dom aumenta a velocidade até ficarem frenéticos e a escrava estando imóvel não conseguia mexer e com isso aumentava o tesão e num momento ela goza freneticamente.

I

A escrava já estando solta das amarras olhava fixamente para seu Dom com um modo de submissão que aos poucos seria totalmente desse Dom que para essa escrava era fabuloso.
Dom ordena que ela fique na posição de espera, e com isso ele pega na sacola uma pequena saia e coloca nela e como a escrava estava Dom conseguia ver a vagina e por conseqüência é ordenado que fique ereta.
Ele ficando com a palmatória na mão fez com que ela ficasse ereta batendo nas coxas e enquanto que não ficasse ele batia e as coxas já estavam ficando avermelhadas quando a escrava fica como queria e ele fala:
- Quando estarmos juntos você vai andar assim.
- Sim Senhor.
- Agora ande, quero ver.
Então ela anda pela sala, com muita dificuldade a escrava dava seus passos para que não mostrasse sua vagina ou o anus e depois de várias vezes Dom se levanta na frente dela e tira a saia e ordena que ficasse de joelhos.
- Eu disse um certo momento que você deveria merecer a minha coleira, e hoje você mostrou o seu merecimento de ser uma bela cadela para seu Senhor.
- Sim Senhor.
- Mão na cabeça, - ela coloca suas mãos na cabeça -, agora você recebe a coleira, - coloca no pescoço dela, - se levanta!
Com um pouco de dificuldade se levanta. Dom faz um sinal para que ela abrisse as pernas e ficasse nas pontas dos pés. Ficando nessa posição Dom pega outra vez a palmatória de couro, e começa a bater na vagina, nas coxas que no total foram oito vezes.
Depois ele pega os pregadores de papeis unidos por uma corrente coloca nos seios dela e ordena que fique na posição de apresentação – que consistia em ficar dobrada para frente e com as mãos abrindo as bandas do bumbum – e assim ele pega uma corda e amarra nos tornozelos e na corrente que unia os pregadores presos nos seios que conseqüentemente provoca uma forte dor nos seios.
“O que vai acontecer agora!” Pensava ela humilhada pelo Dom e isso deixava mais ainda excitada, e já sentindo a humilhação seu Senhor venda os olhos dela e amordaça com uma balgag. Por conseqüência na mente dela já se apresentava uma grande confusão medo e excitação, mas predominava excitação.
Dom segurando um plug anal com a mão esquerda e com a direita brincava na vagina e estava molhada e de repente ele coloca no anus dela o plug provocando um forte gemido abafado pela balgag, mas, no entanto, ela sentiu somente a penetração e mais nada até num certo momento na qual esse momento ela sentiu que seu Dono estava amarrando suas mãos junto às costas.
Estando preenchida por trás, amordaçada, estando humilhada pela posição de apresentação, vendada, com seus seios doloridos pelos grampos; a escrava sente um pequeno calor que estava próximo do seu rosto e com isso deixava mais ainda apavorada e excitada, mas ela conseguiu pensar: “o que é? Será velas?”.
Dito e feito. Cada vez que a cera a pingava soltava gemidos abafados que no total foi oito vezes. E um certo momento as pernas começaram a ficar cansada por causa do tempo e o já tinha passado um bocado de tempo sem que ela fosse torturada e de repente ela sente que as amarras estavam sendo tiradas, a venda tirada pelo seu Senhor e com a ajuda dele senta no chão e ordena que tire a mordaça, depois que ela tira fala:
- Meu Senhor muito obrigado.
- De nada minha escrava. Você é maravilhosa.
- Sim Senhor.


II

Depois de um tempo que conversaram Dom ordena que ela fosse para o banheiro e que ficasse de quatro e a escrava se direcionou para o banheiro andando ereta.
E logo em seguida que a escrava ficou de quatro, Dom entra no banheiro segurando algo que ela não conseguiu ver o que era e por trás, ela sente o pênis dele se esfregar entre as bandas do bumbum e a mão esquerda passear pelos seios, na barriga e depois a escrava nota que ele segurava um capuz preto e coloca na cabeça dela, e estando com esse capuz impedia que ela enxergasse algo e permitisse que respirasse somente pela boca.
Estando de quatro, encapuzada no banheiro ela pe levada para o chuveiro, e ao entrar no Box a escrava sente que seus braços são levados para as costas e amarrado por uma corda, assim Dom coloca rente à uma parede e segurando uma mangueira molha os seios, a barriga, as pernas e a vagina, e estando com o corpo molhado ensaboa com sabonete o corpo inteiro sem tirar o capuz e as amarras das mãos dela; ao terminar solta as mãos e enxuga o corpo dela e prende ela sentada na patente e toma seu banho, e antes de soltá-la, Dom senta sob suas pernas dela abraça ela, sente a respiração ofegante e dá um beijo na sua escrava e solta ela.
A escrava é guiada até na cama e ela é ordenada que fique de joelhos e colocasse as mãos na nuca, com um pouco de receio fica de joelhos, ao ficar de joelhos ela sente algo nos joelhos, que depois de alguns minutos sente que é milho. “Por que o capuz?” Perguntava para si mesma e isso aumentava a sua excitação.
Apesar de estar encapuzada a escrava sentia-se que seu Dom estava atrás dela passeando com suas mãos pelo corpo dela por um bom tempo e num momento sente que ele amarra suas mãos nas costas com uma corda e depois com outra corda amarra na altura dos cotovelos impedindo que ela dobrasse os braços.
Com seus braços presos, encapuzada se mostrava impotente e dominada fisicamente e depois de algum tempo ela sente que estava sendo deitada pelo Dom. Ele tira os milhos e com outra corda prende as pernas uma a outra, com seus braços estavam nas costas depois de algum tempo começou a aparecer um grande desconforto, um cansaço por causa da respiração pela boca, mas a sua excitação era muito grande para ficar pensando no seu cansaço; a escrava sente que sem Dom senta na altura dos seios e algo perto da sua boca.
- Beije esse membro do meu corpo.
Ela imaginando que sendo o pênis dá um beijo, e era, antes que tirasse os lábios Dom coloca aquele membro na boca dela e sem mandar ela chupa lentamente o pênis que a velocidade foi aumentando rapidamente até que ele gozasse na boca dela e a escrava engole aquele sêmen quente.

III

Depois ele solta a escrava das amarras, mas os dois mostravam sinais de cansaço, no entanto, os corpos pediam mais e mais, pois sentiam bem; Dom ordena que ela fique na posição corporal que consiste em ficar em curvada agarrando os tornozelos, e deixando sua cabeça mais próxima das pernas com isso oferece o bumbum para o chicote, conseqüentemente Dom pega palmatória e bate doze vezes.
Em cada intervalo das batidas com uma mão ele fazia carinhos e com outra batia, no final a escrava não agüentava mais de tanto tesão e goza duas vezes seguida e com isso deixa Dom muito feliz e seu pênis voltou a ficar ereto e ordena que ela coloque camisinha; a escrava colocou a camisinha e foi ordenada que fosse deitada de bruços.
O bumbum estava dolorido e quando penetra sente que seu Dom inicia os movimentos vai vem sente como uma cadela e geme como se fosse uma cadela e com isso os movimentos ficavam mais intensos até que os dois gozassem freneticamente.
Depois de adormecerem tomam um banho, e vão jantar, dar uma volta pela cidade e voltam para cama e dorme, pois o segundo dia prometia.


Segundo Dia

A escrava acorda por primeiro, faz as suas necessidades e prepara o café da manhã e fica à espera do seu Dom no lado da cadeira e depois de meia-hora ele senta dá um bom dia toma o seu café e antes de terminar a sua refeição ele permite que ela comece algo que ele escolhesse.
Então a escrava pega a vasilha que ela comeu ontem e entrega para seu Dom e ele coloca pão picado e leite. Depois coloca no chão. Assim ela fica de quatro e se delicia com aquela refeição, antes que ela terminasse avisa que era para tirar as coisas da mesa, e fosse para a sala de jantar.
Depois de 10 minutos a escrava foi para a sala de jantar e nota que a sessão teria a sua continuação e ele já tinha planejado como seria, pois ele amarra cordas nos pés da mesa. Onde duas cordas prendem as pernas e outras duas os braços. Dom ordena que fique encostada na mesa, com suas costas, e prende as pernas com as cordas, e depois ordena que deite as costas na mesa, com um pouco de dificuldade deita e em logo seguida prende os braços. E dessa forma a escrava fica com uma parte deitada na mesa.
Com um pouco de dificuldade a escrava nota que tinha mordaças, velas e muitos grampos de roupas e vibrador e com isso ela pensou “vai ser muito bom e longo dia”, Dom pega o vibrador amarra uma corda nele e coloca em cima dos lábios vaginal preso ao corpo e depois liga. Aos poucos a escrava começa sentir a vibração e a excitar.
Aos poucos a escrava começa a se contorcer na mesa, e Dom ao ver fica com um sorriso malicioso e coloca uma mordaça na boca dela, e com isso tesão aumenta, já passando algum tempo a escrava começa a soltar gemidos e conseqüentemente Dom pega dois grampos e coloca nos mamilos e depois dá uma pequena girada e ela solta um gemido muito mais gostoso e conseqüentemente ela goza duas vezes. E com isso Dom desliga o vibrador e tira do corpo, e depois ascende uma vela e pinga cera em algumas partes do corpo e ao pingar ela soltava gemidos e se contorcia.
Seu corpo já estava dolorido, mas ao mesmo tempo pedia mais; “nossa não vou agüentar” pensava ela, “já gozei duas vezes e ele não para”, continuou ela pensar. Ele pega mais duas cordas, e com cada uma amarra uma ponta nos seios e com outras pontas nos pés da mesa e com isso puxava os seios, eles estavam doloridos e assim a dor aumentou.
O olhar dela estava mostrando que era muito bom aquela situação, mas pedia penitencia, mas Dom não aceitou e girou os grampos provocando uma contorção do seu corpo e depois deu um beijo na testa e deixou ela ai por um tempo.
Passando uns dez minutos Dom volta solta a amarra do corpo dela e ordena que ela desse uma volta pela casa escuta seu Dom chamar ela ordenando que ficasse na posição vagabunda, que consistia em ficar deitada com joelhos para cima e abrindo os lábios vaginais, e depois ele vinha segurando um plug na mão esquerda e a respiração dela estava ofegante nesse momento.


I

Segurando o plug e ao aproximar da escrava ele fica de joelhos e com uma das mãos massageia as coxas e com outra lentamente penetra o plug na vagina dela provocando uma excitação nela; depois ele segurando as pernas dela com suas mãos estica-as e cruzam elas e com uma corda prende as pernas.
Com as pernas cruzadas a escrava sentia que a excitação aumentava e Dom com outras duas cordas prende os braços fazendo com que ficasse abertas. Ela estando assim sente-se dominada fisicamente e psicologicamente, contudo Dom ainda não tinha terminado esse momento.
Com isso ele pega uma mascara que tinha uma mangueira na altura da boca e coloca nela assim escrava teria que respirar somente pela boca, mas tinha uma pequena dificuldade à mangueira tinha 26 cm de comprimento e ela tinha que chupar e empurrar o ar e com esse movimento provocava um grande cansaço nela, mas Dom tinha preparado algo que a escrava não imaginava.
Dom pega uma ratoeira de madeira e coloca nos seios e depois de colocar ela geme de dor e conseqüentemente a respiração dela fica mais ofegante.
“Meu Senhor o que está fazendo? Isso está me levando a loucura” pensava ela ao sentir que seu Dom passeava pelo corpo com suas mãos e num momento a escrava sente um forte tapa na barriga e com isso provocou mais um gemido.
Passando uns dez a vinte minutos Dom começa a soltar as amarras dos braços, das pernas e por último a mascara que aos poucos ela ia retornando a respiração normal, no entanto ele não tirou a ratoeira e nem o plug da vagina.
No entanto que a respiração voltou ao normal ele ordena que ela fique na posição de inspeção. Com muito cuidado tira esses prendedores diferentes e o plug da vagina; o rosto da escrava demonstrava que estava muito excitada e ela notava que seu Dom também, mas ela compreendeu que o gozo não era algo para esse momento.
E como sendo perto do meio-dia ela é ordenada que fosse para cozinha para preparar a comida para seu Senhor.


II

Antes de ela começar a fazer a comida o Dom pega um pano muito fino e úmido e coloca nela que tampava na frente e atrás, depois disso ela recebe a permissão para cozinhar.
O que ela estava usando era aberto nos lados e uma abertura no pescoço e aquela roupa depois de um tempo começou a incomodar. Já estando excitada naquela situação. Seu Senhor levanta atrás e dá algumas palmadas na bunda, que foram 10 vezes, e depois senta na cadeira e ela volta a cozinhar.
Almoçam cada um no seu modo, ele na mesa e ela como uma cadela, e depois do delicioso almoço ela é ordenada que tire a mesa e fosse para a sala de visita.
Dom estava sentado no sofá, nu. E ela caminha até nele, ereta, e fica na posição de espera na frente dele.
- De joelhos, - ordena ele. A escrava fica de joelhos entre as pernas dele, - o que você está vendo?
- Seu pênis Senhor.
- Pegue.
- Como Senhor?
Dom dá um tapa na face dela.
- Pegue nele.
A escrava pega o pênis e aos poucos sente aquele membro a crescer e inchar, e a outra mão dela ainda estava nas costas.
- Com as duas!
A escrava coloca outra junto com a direita, e aos poucos começa ter nela uma vontade de chupar, mas não podia porquanto ela era somente uma escrava.
- Você está com vontade de chupar ele? Estou vendo na sua cara, mas não vai chupar.
- Sim Senhor, - Ela segurava o pênis dele, - está quente ele.
Dom pega uma corda e amarra as mãos dela e com a ponta que sobra prende na argola da coleira e ordena que ela levante e esse se encostasse à parede com as costas e que abrisse bem as pernas.


III

Assim ela se se encostando à parede e com as pernas abertas seu Dom fica de joelhos e com sua boca encosta-se à vagina e lentamente com a língua passa entre os lábios vaginais e cada vez que ele lambia ou chupava ela se contorcia, mas Dom não passava ou chupava rapidamente, mas bem lentamente provocando mais ainda a excitação.
Com suas mãos presas estava impedida de fazer algum tipo de carinho ou outra ação e isso deixava mais ainda excitada, e seus gemidos estavam ficando mais constantes que conseqüentemente fazia com que Dom aumentasse a velocidade e a força que estava fazendo naquele ato.
Já estando frenética a escrava goza uma, duas, três vezes e isso deixava mais ainda Dom excitado e chega num momento ele se masturba e deposita o sêmen na mão dele e ordena que ela lambesse e engolisse tudo.
As suas pernas estavam bambas e a escrava com muita força se mantém em pé enquanto que ele soltava suas mãos e depois é ordenado que fique na posição de inspeção e com as mãos o Dom passeia pelo corpo dela, passando pelas pernas e ele sente que a sua escrava lutava para se manter em pé e naquela posição e fala:
- Não saia dessa posição.
- Sim Senhor
Dom entra no quarto, pega uma corda e coloca na coleira e outra na ponta prende num trinco da porta do banheiro e ele vai tomar seu banho, ela escutava o som do chuveiro que ia provocando uma grande vontade de estar junto com ele, mas de repente a corda que estava presa à coleira começa a ser puxada e ela indo para o banheiro se depara com seu Dom com a toalha na mão e a escrava compreende que deveria enxugá-lo com a toalha e assim a escrava faz com que um grande sorriso na face.
Depois ele tira a corda da coleira e pede que ela volte para onde estava que em logo seguida se direcionava em seguida ao encontro dela passando alguns minutos Dom vai ao encontro da sua escrava, na face faz alguns carinhos que ela adorou e em logo seguida dá um beijo maravilhoso naquela boca.
E estando algemada com suas mãos nas costas é ordenada que fique que costas para ele para que tivesse a possibilidade de continuar a ação nela, assim depois com uma corda amarra nos cotovelos que tinha como objetivo de impedir que dobrasse os braços e depois ele leva a escrava para um cômodo do apartamento e pede que sente numa cadeira que tinha um pequeno encosto e Dom coloca as mãos dela nas costas do encosto da cadeira e com outra corda amarra a barriga e os braços juntos e isso fez com que a escrava ficasse forçamente ereta.
Estando presa na barriga o Dom dá um tapa na face da escrava que conseqüentemente ela grita como sendo uma conseqüência de um ato inesperado e depois ele pega mais uma corda e prende cada perna na cadeira fazendo com que ficassem abertas. Ao término Dom passeava pelo corpo dela com suas mãos que provocava arrepios fortes na escrava.
Como sempre uma sacola estava por perto e nessa sacola Dom pega uma balgag e coloca na boca da sua escrava. “Nossa que coisa” pensava a escrava nesse momento “isso está me levando a loucura” um pensamento que bateu em logo seguida na escrava, nos seus olhos pedia mais e mais, mas o que poderia também compreender que estava apreensiva do que fato que sucede com essa imobilização num cômodo que era escuro e só tinha uma fresta pequena que passava um sol de rachar.
O Dom ainda estava com ela, mas suas ações era um grande suspense pois ele estava num canto preparando algo que ela não conseguia imaginar, e lentamente ele vinha ao encontro dela e trazia uma coisa e coloca sob o colo dela e fala:
- Essa venda que vou tirar é especial para esse momento, - abre a caixa e tira a venda e coloca nela, - agora minha bela escrava a sua iniciação passa para o segundo estágio.
“O que ele quis dizer?” Pensa ela.
A escrava sentiu que ele tirou a caixa do colo dela e a porta sendo fechada e ser trancada.

Terceiro Dia

Nos primeiros minutos que a escrava passou presa e trancada num cômodo foram longos, excitantes e de grande suspense, mas isso foi sentido no tempo todo, e alem de tudo ela sentia um grande calor, “nossa estou literalmente derretendo aqui. O que ele fez?” Pensava a escrava, e todo corpo estava dolorido.
De repente nela começou a aparecer a vontade de urinar e isso começou a torturar mais ainda. Era mais um fator psicológico naquela situação “ele não falou nada, somente deixou aqui e saiu” pensava ela. A vontade de urinar começou a ficar mais forte até que ela começou a gritar, mas o grito era abafado pela balgag.
E o que mais deixava num suspense é que no apartamento estava um grande silencio que conseguia escutar as vozes do apartamento de baixo e o de cima, mas nada do apartamento em que estava, e isso nela começou a incomodar ela e com isso tentava virar a cabeça, mas não adiantava, pois estava vendada.
E no meio desse medo de repente Dom entra nesse cômodo e com muita paciência tira a venda e a mordaça e ela respirando forte fala:
- Meu Senhor...
- Terceiro dia minha escrava linda.
- Por favor, me deixa ir ao banheiro?
- Não, você tem que se controlar. Ainda não podes ir ao banheiro.
Ele solta as amarras que prendia ela na cadeira e Dom leva a sua escrava até o banheiro e lá ela faz as suas necessidades. Assim eles voltam para aquele cômodo, “ele disse terceiro dia, então deve ser domingo” pensou ela.
- Você deve estar pensando que é domingo. É sim, mas é domingo perto do meio dia.
- Assim tanto meu Senhor?
- Sim.Vá tomar um banho e prepare o almoço, - fala Dom.
A escrava sae do cômodo e vai para o banheiro e quando termina o seu banho ela se lembrava das tarefas que teve que cumprir e sem querer ela coloca a mão na vagina e carícia por um pequeno tempo e depois se enxuga e prepara o almoço para seu Senhor.


I

Almoçam e arruma as louças que foram usadas e depois ela fica na posição de espera enquanto que seu Senhor aprontava a eletroestimulação, e quando termina chama a sua escrava para o quarto.
Nesse quarto tinha uma cadeira de madeira com um grande encosto, ela senta nessa cadeira, Dom pega duas cordas e prende os braços da escrava nessa cadeira; dá um beijo na sua escrava, e ao terminar o beijo pega mais duas cordas e prende as pernas.
Já estando imobilizada ele pega os eletrodos e coloca em pontos como a virilha e nas coxas. Antes de ligar o aparelho coloca uma balgag na boca dela, faz um carinho no rosto dela e com um sorriso nos lábios Dom liga o aparelho e dando alguns segundos a eletroestimulação começa a funcionar e a escrava começa a sentir as dores e gritava, mas os gritos eram abafados pela balgag.
Ficou assim por uns 10 minutos e depois ele desligou e com suas mãos passeou pela vagina, sentiu que estava muito molhada e com as pontas dos dedos caminhou até os seios e girou os mamilos que conseqüentemente provocou um forte gemido; os olhos dela mostravam que esse corpo esta ao bel prazer desse Mestre. E não Dom, um simples dominador do corpo, mas sim da alma dela.
O que assustava essa escrava é que esse Mestre tinha um grande sorriso, mas não era um sentido que dava medo, muito pelo contrário excitava-a cada vez mais. E de repente ele liga aquele aparelho que conseqüentemente a estimulação volta a tomar o corpo da escrava que cada vez mais ela gritava “ai” abafado e controlada pelo Senhor dela que partir de agora vai dizer “Dono de Mim”.
Passeando por mais dez minutos, que para ela parecia uma eternidade, Dom solta as amarras e com muito cuidado leva ela para a cama, e ordena que deite e ficasse com os braços e pernas bem abertas “O que vai fazer agora?” Pensava ela, ao ver o pênis do seu Dom e ele colocando a camisinha; a escrava cansada, mas muito excitada sente a grande invasão penetrando nela, que logo em seguida Dom inicia os movimentos vai vem bem lentamente que aos poucos ganha velocidade até que os dois gozassem freneticamente.
Ainda escutando a ária cantada por Maria Callas ele ordena que a sua escrava vestisse e preparasse um lanche, pois estava com fome e hora da ida dela para sua cidade."

(FIM)
Autor Brasileiro Não-Identificado

segunda-feira, dezembro 10, 2007


Para o meu amigo João...

"As Time Goes By"
music and words by Herman Hupfeld
Casablanca (1942)

"You must remember this
A kiss is just a kiss,
a sigh is just a sigh.
The fundamental things apply
As time goes by.
And when two lovers woo
They still say, "I love you."
On that you can rely
No matter what the future brings
As time goes by.
Moonlight and love songs
Never out of date.
Hearts full of passion
Jealousy and hate.
Woman needs man
And man must have his mate
That no one can deny.
It's still the same old story
A fight for love and glory
A case of do or die.
The world will always welcome lovers
As time goes by.
Oh yes, the world will always welcome lovers
As time goes by."

quinta-feira, dezembro 06, 2007




É delicioso ver a entrega de uma submissa, nem que rebelde, ao seu Dono/Dominador...



Deviam haver rituais de iniciação em qualquer dos lados, Dom e sub, que marcassem com "festa" o começo e o fim das coisas; o ponto precário onde tudo se altera definitivamente.



Porque pode-se fugir, mas não nos conseguimos esconder...

segunda-feira, dezembro 03, 2007


Último Convite Jantar Natal e Noite Dominium 2007

CONVITE JANTAR NATAL & NOITE DOMINIUM 2007

O ano passado muitos se lamentaram de não ter ido ao Jantar Natal Dominium 2006, depois dos muitos parabéns públicos por uma noite bem passada.
Este ano, decidimos manter a tradição e voltamos a Jantar e a ver os shows eróticos deles e delas no “Restaurante Lingerie”/Carvalhos, em 15 de Dezembro 2007.

Localização em www.thelingerierestaurant.com
Hora de chegada restaurante: 20,30h
MENU
• Preliminares – Couvert
• Misto Carnes Grelhadas ou Filetes de Salmão com Molho
• Sobremesa – “Doce de Natal” + Oferta de Bolo-Rei e Champanhe
• BEBIDAS INCLUÍDAS: água, vinho branco ou tinto, cerveja, refrigerantes e café
• NOTA: Aperitivos líquidos e digestivos facturados à parte!!!
• Preço: 25€

Mais tarde, pela 01,30h, ida conjunta para o Clube Swing My Way, à distância de 15m de carro, seguindo a caravana os membros da organização do Jantar.

Condições de entrada:
• Casal paga 20€, consumíveis, e, caso consuma mais de 30€, é-lhe oferecido bar aberto.
• O pagamento inicial inclui usufruto dos quartos privados, balneários com chuveiro e toalhas, glory hole, semi-privados e todas as restantes mais-valias do Clube ~

ALOJAMENTO
Ambos os locais se situam paralelamente à A1 – no sentido Norte/Sul. Aconselhamos alojamento nos Hotéis Íbis, muito próximos, a saber:
1) www.ibishotel.com/ibis/fichehotel/pt/ibi/1729/fiche_situation.shtm (este mais próximo do Restaurante/ zona de Carvalhos)
2) www.ibishotel.com/ibis/fichehotel/pt/ibi/1274/fiche_situation.shtm (este mais próximo Clube / zona de Francelos)

A organização do Jantar e Noite Dominium reserva-se o direito de adiantar apenas algumas das surpresas, como a Exposição Temática do Fórum Dominium, que conta com a participação de:
•Apax ----------------------------------------------------------------Desenho livre
•Badkitty -----------------------------------------------------------Desenho Kinky
•Darknoir ----------------------------------------Artesanato Fetichista em Couro
•Eu_mesmo_x ---------------------------------------------------------- Fotografia
•Kat ---------------------------------------------------------------------- Cartoons
•Shakta ---------------------------------------------------------------------Pintura

No decorrer da noite, além de vário material BDSM exposto para livre usufruto de todos, há venda de artigos BDSM pela Bizarre Fetish Store/Foxylady e algumas surpresas a não revelar de momento…
Podemos apenas acrescentar que pelo menos os sub-Fóruns LGBT, TVs, Swing e BDSM estarão bem representados e com cartas na manga...
A música (ambiente e outra) será da responsabilidade da Organização da Noite Dominium

IMPORTANTE
Esta Organização fez de tudo para dar uma noite diferente aos membros do Projecto e Fórum Dominium, a colaboradores e amigos em geral e a gente anónima que se quer integrar nesta Comunidade; a ideia é abarcar várias temáticas e estilos de vida alternativos, numa noite especial.
Foi um grande esforço para juntar gente livre numa iniciativa que se quer liberta de preconceitos no maior respeito e alegria.
Não se impõe dress-code mas recomenda-se o preto ou roupa fetichista.
Ajudem o Projecto/Revista Dominium a unir gente diferente num conceito igual – acabar com a auto-discriminação e a discriminação em geral.

Nesse sentido, um grande agradecimento não só ao Restaurante Lingerie mas ao Clube Swing My Way - pela abertura de portas e facilidades concedidas sem preconceitos nem secretismos, tão usuais no meio Swing…

Quanto às negociações com o My Way - não abusando da simpatia e altruísmo do gerente - o que se divulgou foi o melhor que se conseguiu.
Será a Noite Dominium no espaço My Way e, preferencialmente, o maior numero de casais possivel, apenas pela logistica do Clube e não uma imposição.
Assim, e porque a entrada de casal sai mais barata, durante o jantar certamente que os "singles" interessados encontrarão outros na mesma circunstancia com quem possam entrar em par!
Não é uma excursão de Swing, mas uma festa de vários estilos alternativos num espaço Swinger gentilmente oferecido e com preços especiais...

Acrescento que a Direcção do MY Way pediu um contacto dos convivas Dominium para os incluir em Guest List - assim, na confirmação de presença pós jantar, agradecemos que facultem um contacto (telef., e-mail, etc) para tal efeito.

IMPORTANTE: Haverá uma lista de inscritos e só os recenseados entrarão no Clube sob nossa supervisão, mediante controlo de entrada - não custa nada fazê-lo... inscrevam-se referindo se estarão no Jantar e II parte da noite ou apenas numa das duas!!!!

Em 2007, o Projecto/Revista Dominium contribuiu fortemente ao tentar fazer coisas que chamem os anónimos sedentos de novas descobertas e com afinidades similares às deste projecto e Comunidade! Assim foi, através da edição de mais uma Revista Dominium, da presença Dominium extremamente procurada no SIEL LX, na Dominium Uncensured Night em Junho 2007 (com mais de 200 pessoas), terminando agora o ano em grande – agradecendo a todos os que continuam a apostar numa Comunidade de facto!

Inscrevam-se por favor até dia 8/12 em www.dominiumonline.com ou para evanoeden@gmail.com e vamos fazer a diferença…

INSCRIÇÕES ADMITIDAS APENAS ATÉ DIA 8/12 – SEM INSCRIÇÃO NINGUÉM É ADMITIDO NO JANTAR

Obrigado!

quinta-feira, novembro 29, 2007



Ontem saí com amigos, também conhecidos no meio BDSM.
Ela perguntou-me muitas coisas...
Porque era submissa, porque gostava de BDSM, porque me achava submissa, o que era BDSM, o que era ser submissa, etc.

Respondi basicamente que era submissa porque precisava de que tomassem conta de mim, dando-me; ou seja, eu dava-me e tomavam conta de mim e vice-versa.
E ela perguntou como se fazia isso e onde entrava o masoquismo... respondi que o SM era para mim um complemento da D/s, tal como o sexo, e não um objectivo.
O objectivo era planar, flutuar, ser livre na cabeça, dando o corpo - o que pode parecer paradoxal, mas não é; pensem em yoga, em meditação, em zen...

Acabei por dizer: "O meu Dono toma conta de mim e eu tomo conta dele!"

E era aqui que queria chegar...
Além dos jogos de entrega e dádiva, de poder, de supremacia intelectual ou não, o que realmente acontece (ou deveria acontecer no BDSM) suponho que é o tal "tomar conta" um do outro, antecipando, cumprindo e dando.
Eu adoro tomar conta do meu Dono - das suas refeições, da sua roupa, dos seus horarios, das suas tarefas inadiáveis, do timing para os remédios, do seu banho, do seu conforto e qualidade de vida, enfim... E ele diz adorar ser "tomado conta" - esta á parte dos mimos na D/s...

SM e sexo são complementos, porque o Dono pode e... a submissa deixa.
Sim, porque também disse à minha amiga que só é Dominado quem se deixa Dominar - logo, é o sub quem deixa as coisas acontecerem, o Dom usufrui então, de braços abertos pelo caminho escancarado.
Afinal parece simples - um quer, outro deixa e tudo acontece!
Com ou sem Sm, com ou sem sexo, com ou sem Bondage, mas sempre com Dominação/submissao e... consensualidade!

Tenho de ir - vou tomar conta do meu Dono... está adoentado!

quarta-feira, novembro 28, 2007

"Bem, nem sei como começar!

Hoje fui nomeada pela Ana G, do Blog Depois do Trauma, para o Prémio “Diz que até não é um mau blog”. Imediatamente me lembrei, que há algumas décadas (Abril, mais precisamente), Cuscavel, do Blog Cusquices de Gajas, me galardoou com um "Thinking Blogger Award", que eu não tinha ainda recebido devidamente e re-atribuido.

Provada a minha total incompetência, tento então redimir-me desta profunda incapacidade, reinventado um novo Prémio da fusão de ambos. Chamar-lhe-ei "Prazeres (In)adiados".

E as regras são:
-As nomeações que se quiser, sem limite definido.
-O tempo que se precisar para agradecer as nomeações.
-O tempo que se precisar para nomear quem se quiser.
-Não nomear, se não apetecer.
-Ter muito prazer, seja ele de que tipo for.

Muito obrigada às autoras que me nomearam. Em qualquer um dos Blogs continuo a aprender/saber coisas de valor.

E agora as minhas escolhas para os "Prazeres (In)adiados":
Womenage a Trois
Perfect Sonnet
Eyes on the Pride
FishSpeaker
Renas E Veados
Chez Maria
A Ilha que Nunca Existiu
Miss Libido no País das Maravilhas
All My Independent Women
Uma certa enciclopédia Chinesa
Uma foto por dia

e também... claro...

Depois do Trauma
Cusquices de gajas"

in www.sexualidadefeminina.blogspot.com 27/11/2007

Fundamento da Verdade

"Será que o homem é tão idiota, tão ingênuo e dependente de seus hábitos, tão fundamentalmente irracional, tão propenso a acreditar em qualquer coisa que lhe é ensinado, por absurda que seja, que ele não possa entender que a tortura não pode ser a verdade. A verdade não pode, com toda certeza, fundamentar-se na dor, no sofrimento e na frustração, mas sim, na felicidade e na alegria."

(Rogue of Gor)

segunda-feira, novembro 26, 2007

QUANDO HÁ DE FACTO UMA RELAÇÃO BDSM 24/7?

Mantenho com o meu Dono uma relação de BDSM Dono/escrava há já três meses.
Vivemos um contacto presencial em média quinzenal, de três dias, não tão curto por vontade própria mas por logística – a distância não ajuda…
No entanto, todos os dias nos vemos na Webcam e falamos horas ao telefone e trocamos e-mails; recebo ordens e cumpro tarefas sem hesitar e, basicamente, estamos juntos durante todo o dia, embora á distância.
O meu Dono indigna-se quando me atrevi a chamar-lhe relação virtual; tenho pensado nisso e ele tem razão, eu não…
Isto porque, de cada vez que estamos fisicamente juntos, temos todas as bases e alicerces enterrados fundo quer nos permitem "cortar caminho" e prosseguir sem delongas na nossa relação de entrega mútua. De cada vez que o meu Dono parte, fá-lo para voltar; de cada vez que o meu Dono chega, chega para voltar a chegar! E concluímos sempre que nos fazemos falta mútua e que há saudades, mas que o virtual (comunicação basicamente com laivos aqui e ali de D/s) é a ponte que nos mantém mais unidos do que uma relação presencial 24/7, pois não acusa o desgaste de uma presença constante e mais exigente.
Nunca tinha pensado nisso assim – causa-me aversão um 24/7 mais virtual que real, já vivi um 24/7 físico e sei que este meio termo em que nunca deixo de ser escrava do meu Dono, nem ele deixa de ser Dono da sua escrava, nos dá um equilíbrio talvez mais conseguido que muitos verdadeiros relacionamentos 24/7 supostamente perfeitos.
Qualquer relação sofre períodos de desgaste e nós não somos excepção – mas mais pela raiva na ausência do que pelo excesso de presença.
Será a nossa uma relação 24/7 apesar de não o ser presencialmente?



"Não me parece que caiba na definição de 24/7, e sim pró-24/7, isto porque devido à logistica que nos obriga a estarmos afastados presencialmente durante tanto tempo assim o determina, mas apenas por isso - sendo o telefone, mails, webcam, formas, embora fracas, de substituir o que não é possível de outra maneira: estarmos tão próximos quanto possível.
Sim, indignei-me por teres afirmado que era uma relação mais virtual que real, pois não o é como tu própria o dizes: separa-a o fundamento: na relação virtual só existe virtualidade; se houver contacto presencial não é esse o fim, mas sim uma consequência, ou acidente, no percurso de uma relação que se destina a acontecer em ambiência virtual, sem contacto. A maior parte das vezes esse tipo de relação não passa mesmo disso.
Connosco é ao contrário, embora de facto se passe muito tempo a comunicar através da internet, ou por outro meio de contacto não fisico; a verdade é que não é nisso que se baseia a nossa relação, e sim nos momentos, sempre poucos, em que estamos juntos, ansiando, quando não estamos, pelo próximo momento em que estejamos - essa é a essência da nossa relação.
Gosto de comparar a imagem do cavaleiro que parte para as Cruzadas e deixa a mulher em casa, de cinto de castidade posto ( ;-) à espera que ele volte, ou as imagens, já do nosso tempo, do soldado que vai para a guerra colonial e deixa a noiva em casa, e se correspondem por carta; ou até do emigrante que deixa a noiva na aldeia, ou do pescador que se faz ao mar e a mulher espera ansiosamente na praia...

Pode ser que dê vontade de rir, mas a comparação é por demasiado semelhante para ser risível durante muito tempo.
Eu sou profundamente português, e ainda bem - não preciso de ir a culturas anglo-saxónicas, ou a filosofias tiradas de romances de ficção para encontrar um padrão e uma forma de ser Dominador e Dono de uma escrava.
Olho o passado do meu povo e ele está demasiado pejado de exemplos de D/s para que impunemente passe ao lado a riqueza histórica do D/s em Portugal.
Vejo os velhos árabes e os seus costumes, os reinos da Idade Média, e lembro o "direito de pernada" dos senhores feudais, que lhes permitia posuir qualquer mulher no seu feudo, sempre e quando lhes apetecesse; revejo a História por aí fora, e revisito o século passado, em que fui criado e educado e na cultura de dominação e submissão, do papel do homem e da mulher...
Se me pedissem que me definisse quanto à minha filosofia de BDSM, sou naturalista e profundamente luso, pois não me posso dissociar das minhas raízes culturais, nem do facto de que acredito que D/s não é um fenómeno que se aprenda e sim que nasce na natureza de cada um.
Introduza-se no D/s componentes de sadio, lúcido e consensual e temos BDSM."


MestreDeAviz

"Não vemos as coisas como são, vemos as coisas como somos!"
Anais Nin