sexta-feira, junho 30, 2006

"Dominion (Mother Russia)"

In the heat of the night
In the heat of the day
When I close my eyes
When I look your way
When I meet the fear that lies inside
When I hear you say In the heat of the moment
Say, say, say

Some day, some day, some day - Dominion
Come a time
Some day, some day, some day - Dominion
Some say prayers
Some say prayers
I say mine

In the light of the fact
On the lone and level
Sand stretch far away
In the heat of the action
In the settled dust
Hold hold and sway
In the meeting of mined
Down in the streets of shame
In the betting of names on gold to rust
In the land of the blind
Be... king, king, king

Some day, some day, some day - Dominion
Come time
Some day, some day, some day - Dominion
Some say prayers
Some say prayers I say mine
Some day, some day, some day - Dominion
Some say prayers
Some say prayers
I say mine

In the heat of the night
In the heat of the day
When I close my eyes
When I look your way
When I meet the fear that lies inside
When I hear you say
In the heat of the moment
Say, say, say

Some day, some day, some day - Dominion
Some say prayers
Some say prayers
I say mine
I say mine
I say mine

We serve an old man in a dry season
A lighthouse keeper in the desert sun
Dreamers of sleepers and white treason
We dream of rain and the history of the gun
There's a lighthouse in the middle of Prussia
A white house in a red square
I'm living in films for the sake of Russia
A Kino Runner for the DDR
And the fifty-two daughters of the revolution
Turn the gold to chrome
Gift... nothing to lose
Stuck inside of Memphis with the mobile home, sing:

Mother Russia
Mother Russia
Mother Russia rain down down down
Mother Russia
Mother Russia
Mother Russia rain down down down

SISTERS OF MERCY

terça-feira, junho 27, 2006

"Eu estava de joelhos na relva, nua, presa a um rochedo com uma corrente, num planeta desconhecido. Dois homens vieram na minha direcção e perguntaram: "Var Bina, kajira?"
Não entendi o que diziam, e não lhes pude responder. Então eles chicotearam-me e prepararavm-se para me degolar quando aquele que se iria tornar meu Mestre, chegou.
Lutou para me ter e ganhou.
Na Terra eu chamava-me Judy Thornton, estudava Literatura na Universidade, compunha versos, tinha todos os rapazes a meus pés... Mas aqui, em Gor, sou uma kajira, uma escrava. O meu Mestre levou-me para um acampamento e era suposto eu servi-lo. Sobre a minha coxa, uma marca em forma de flor, indelével: aqueles bárbaros tinham-me marcado a ferro e fogo, como se marca o gado.
Devia revoltar-me, devia odiar aquele homem que me oferece aos seus companheiros. E no entanto, não pude deixar de admirar a sua força viril. Queria que ele me tivesse todas as noites. Quero que ele me ame..."

"Slave Girl Of Gor" - John Norman (1977)

domingo, junho 25, 2006


Quem desejava uma revista portuguesa destinada a estilos de vida alternativos (BDSM, Swing, Goth, Fetichismo, etc) terá em breve esse desejo concretizado...
Está para breve o lançamento da revista portuguesa Dominium, em projecto multifacetado que inclui blog, site, fórum e canal de IRC portugues.
Destinada a informar, divulgar e incentivar projectos alternativos do panorama portugues e dos circuitos internacionais, esta revista decerto irá fazer a diferença relativamente a estilos de vida alternativos.
No entanto, carece da participação de todos, seja sob a forma de envio de textos (reais ou/e fictícios), envio de fotos com ou sem identificação, ou qualquer outra forma de colaboração logística ou de suporte virtual.
Colaborem e façamos a diferença entre desejar e almejar!
Obrigada...

www.dominiumonline.com/forum
www.dominiumonline.com
www.dominiumdailynews.blogspot.com
# Dominium (IRC)
redaccao@dominiumonline.com

sexta-feira, junho 23, 2006

"A woman is like a flower. She must be treated gently, until she feels secure. If she is violently assaulted, she becomes hostile to any sign of affection. One must therefore strive to pacify her.

/

Uma mulher é como uma flor. Deve ser tratada carinhosamente, até se sentir segura. Se for violentamente assediada, torna-se hostil a qualquer sinal de afeição. Por isso se deve tentar apaziguá-la."

in The Complete Kama Sutra

quarta-feira, junho 21, 2006

Os Beijos de Gor

Acabei de ver mais um episódio da série "Donas de Casa Desesperadas"!
Aparentemente o tema de hoje era "o beijo"; aparentemente, porque comecei a ver a meio do episódio, desconhecendo!
E porque não há coincidências... tenho de partilhar aqui!

Há BDSM e há Gor.
Gor é BDSM com sentimentos - um estilo de vida que pretende fazer florescer as submissas na sua submissão de agradar, onde não há limites e onde se defende que cada mulher tem uma kajira (escrava) dentro de si, seja na submissão em Dominação/submissão, seja nos sentimentos que dá e recebe do seu Mestre. Esta é uma definição simplista, mas que de momento serve para o que quero apresentar... (ver links no final do post).

Conheço um casal Goreano - Mestre/kajira.
Passei algum tempo com eles e descobri um par apaixonado onde o SM (sado-masoquismo) não é significativo mas pode surgir.
Mas ele é Mestre dela, ela dá-lhe todos os prazeres possíveis e fazem-no como dois enamorados de Liceu... E os beijos estão sempre lá!
Em conversa, eles e eu, concluímos que o que falta ao BDSM é o elo do sentimento, e choquei-os com a revelação de que, em três anos de BDSM, fui beijada em sessão apenas uma vez. Essa conversa foi recente e hoje deparo com a importância dada ao beijo na série referida - não há coincidências!

Quanto mais descubro o lado purista de Gor, mais me afasto do BDSM como o conheço, pelo lado estanque dos sentimentos deixados à porta das sessões. Trocam-se serviços mas o único compromisso é recompensa e castigo: a submissa submete-se e deve sentir as dores no corpo mas não a ternura, o Dom entrega-se à prática mas com a máscara espartana do castigador mecanico de ocasião... Como se fosse regra não sentir, de ambas as partes.

Pessoalmente, sinto sempre - seja a ausência de ternura, seja o afago da chibata; quer se queira quer não, o ser humano precisa dos elos que o fazem conectar com o ser humano mais próximo, seja um toque, uma carícia, um puxão de cabelos, um olhar ou... um beijo.
Pessoalmente odeio beijos na testa pela debilidade de quem os dá - pela fragilidade quase medo que parecem manifestar da parte de quem os dá!

Mas um beijo é melhor que nada...
Terminar uma sessão com um beijo garante que um dos elos da cadeia está firme e que na segunda sessão o sentimento é já outro, aliás garante que haja sentimento, nem que de conforto.
"Não se apanham moscas com vinagre" e captar uma entrega de uma alma não é para todos! Quem nunca beijou numa sessão, que atire a primeira pedra!

http://www.leathernroses.com/generalbdsm/michaelinsightgorean.htm
http://the-lara-inn.org/sitemap.htm
http://www.leathernroses.com/generalbdsm/firesoulpainforpleasure.htm
http://www.geocities.com/signe810/

quarta-feira, junho 14, 2006

"Uma pessoa nao faz amigos, reconhece-os!"
Vou estar uns dias ausente, por razoes profissionais e de amizade, portanto não vou desaparecer, mas sim recarregar baterias! Não desapareçam voces também, os meus amigos e maiores críticos! A vida faz-se com pessoas, não com a ideia das pessoas, mas com saudade também...

domingo, junho 11, 2006

"A responsabilidade de um Mestre é enorme, pois ele tem o poder de destruir uma alma!"

Death Is Not The End

When you're sad and when you're lonely
And you haven't got a friend
Just remember that death is not the end

And all that you held sacred
Falls down and does not mend
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end

When you're standing on the crossroads
That you cannot comprehend
Just remember that death is not the end

And all your dreams have vanished
And you don't know what's up the bend
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end

When the storm clouds gather round you
And heavy rains descend
Just remember that death is not the end

And there's no-one there to comfort you
With a helping hand to lend
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end

For the tree of life is growing
Where the spirit never dies
And the bright light of salvation

Up in dark and empty skies
When the cities are on fire
With the burning flesh of men
Just remember that death is not the end

When you search in vain to find
Some law-abiding citizen
Just remember that death is not the end

Not the end, not the end
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end

Nick Cave (1988)

sexta-feira, junho 09, 2006

quinta-feira, junho 08, 2006


by Nawa

Li isto no Fórum do Citador, escrito pelo nick Alfaruk...

"O shibari é o bondage japonês, uma vertente do BDSM, que consiste em atar uma pessoa com várias cordas. Ao contrário do bondage ocidental, o objectivo não é apenas a imobilização mas a criação de forças e tensões que gerem prazer a quem está a ser atado, sendo o atar e apertar dos seios um exemplo; tudo isto ligado a conceitos estéticos sobre a posição do corpo atado e do tipo de nós utilizado. O shibari é uma arte originária do Japão e embora cada vez mais ocidentais se estejam a ligar ao bondage, os maiores Mestres estão lá e são muito sapientes sobre a sua arte. O bondage aparece muitas vezes em clubes BDSM sobre a forma de perfomance. Sim pode magoar, sim pode não magoar, sim pode deixar marcas, sim pode não deixar marcas...depende muito de quem te ata. O shibari é obviamente uma prática ligada, quer à dor, quer ao prazer, onde existe um Dominador e um dominado/submisso. Penso que nas práticas actuais (eu não sou nenhum expert) a humilhação fica de fora... (...) E não façam isto em casa - é preciso saber para não partir a espinha a quem está a ser atado." ( Abril 2005)


E no site ImmortalShibari, em Brasileiro, esta explicação...

http://www.immortalshibari.com.br/artigo.asp?ID=32

Como submissa, comecei no BDSM exactamente pelo shibari, pela mão e paciência de um Mestre português. Desde então, passei pelas cordas de outros Dominadores e continuo a adorar a arte de pressionar a carne e os músculos no sítio certo, sem causar danos irreversíveis... Mas mais do que isso, se bem conseguido, em mim o shibari dá-me uma certa paz (quiçá oriental) em estar naquele momento em sintonia perfeita com o meu corpo e a minha alma; uma trilogia, cocktail de sensações que, quando a entrega é completa, resulta numa explosão de serenidade controlada...
A carne fica marcada, mas a alma fica mais - pelo menos a minha!

terça-feira, junho 06, 2006

OBRIGADA!


Obrigadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Bem, como há quase uma semana que continuo a celebrar o aniversário, e ainda hoja acordei com sms de parabéns, justifica-se aqui uma nota não-BDSMística...

Agradeço a todos os amigos e conhecidos que me parabenizaram e deram fantásticas prendas de anos, que estiveram no jantar de aniversário no sábado no Porto (vindos de Lx, Coimbra, Leiria, etc) , ao Bar Justine no Porto pela noite especial, e aos anónimos que aqui no blog e no IRC não se escusaram a palavras simpáticas...Tive prendas de toda a espécie e feitio, dificeis de enumerar, mas para terem uma ideia, aqui deixo uma emblemática!

Obrigada a todos! :)

segunda-feira, junho 05, 2006

BAR BIZARRE APRESENTA...

Sábado, 10 de Junho - Noite BDSM

É possível combinar Dominação com Carinho, Poder com Doçura, Ordens com Sussurros, Humilhação com Respeito

Programação da noite:
Exposição de mobiliário, instrumentos e brinquedos BDSM.
Um notável da nossa comunidade expõe a sua colecção privada de móveis, instrumentos e brinquedos, relacionados com BDSM.
A não perder!

Bar Clube Bizarre (espaço remodelado)
Rua Quirino da Fonseca, 7 (Pça do Chile) - Lisboa (aberto sábados 23:00hs / 03:00hs)
Telf: 96 627 32 62

quinta-feira, junho 01, 2006

FIST FUCKING

"Hoje enfiei os meus dedos em ti.
E não morri.

Se nós fingíssemos os dois ao mesmo tempo,
o mundo como nós o conhecemos ruía.

Sou refém das minhas memórias.
Um terrorista imbecil.

Sempre que enfio os dedos em ti,
eventualmente estarão todos a apontar
para dentro de mim.

Sou um refém das memórias.
Um terrorista imbecil."


"Quando Dormes Nunca Te Odeio" - Hugo Santinhos Pereira (2006)