terça-feira, novembro 06, 2007

"A grande tolice da Humanidade foi fazer do amor uma ideia.
O amor é um instinto.
Dar-lhe cérebro é entristecê-lo."


Não há tristeza na partida, só saudades, e fica o amarelado de Outono nos olhos e nas nuvens.
À espera do regresso e de novo equilíbrio... de mais alegria na união das almas...


Uma semana com o Dono...

Ausentei-me daqui uns dias porque o meu Dono esteve comigo uma semana...
E para os menos conhecedores das lides do BDSM, passou imediatamente a ideia de SM 24/7 e muitas marcas e muito hard sex e muito tudo, como se vê nos filmes.
Não vou contar aqui a minha vida privada ao pormenor, mas gostava de partilhar a ideia de que não há dois Dominadores/Donos iguais nem duas submissas/escravas iguais; donde, não há duas "cenas" BDSM iguais.
As preferências de uns não são as de outros e cada um constrói o seu universo BDSM dentro do Mundo e do quotidiano como pode e quer...
Vi pores do sol com o meu Dono, demos passeios e conversamos imenso, boas refeições e muito riso; mas também BDSM puro e duro, com lágrimas e marcas e entrega e dádiva e cobrança. O segredo das saudades no fim? O equilíbrio. Como soe dizer-se neste meio "se um não quer, dois não fazem!" - para ser consensual, senão é violência gratuita.
Não acrditem em tudo o que leêm e veêm nos filmes e dos parceiros - operações de estética para vender filmes nems empre correspondem à realidade e é dificil adaptar hard BDSM num meio organizado e estruturalmente social, onde todos interagem...
Cada um vive e faz o BDSM como pode e quer, não como vê nos filmes ou fantasia ser possível; talvez seja essa maturidade em distinguir o real do imaginário, o possível do impossível, que é chamado equilíbrio!
Eu e o meu Dono vivemos uma semana equilibrada e gostamos de sentir e experienciar juntos coisas simples e outras menos simples, coisas gratuitas e outras "arrancadas a ferros" - mas num trabalho de equipa de sintonia e paralelismo.
Eu e o meu Dono conseguimos ser um apenas enquanto nos damos e recebemos dentro e fora do BDSM, porque só assim resulta - uma fusão da alma para permitir a abrangência do corpo.
Tudo o resto são tretas inventadas para as pessoas se sentirem melhor na frustração...
Eu e o meu Dono fomos gente em consonancia uma semana, por dentro e por fora, mas gente que também pratica BDSM e não tem medo de se dizer feliz... com ou sem BDSM.
Um complemento e não uma causa!
Eu e o meu Dono, demos passeios na praia, fizemos refeições especiais e vimos belos pores-do-sol!
Gente feliz... e que também pratica BDSM!

segunda-feira, novembro 05, 2007


Fetichismo Sexual

Fetichismo sexual
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


"No passado, o termo Fetichismo era utilizado apenas na antropologia para desiginar comportamentos superticiosos muito comuns em tribos Africanas. Temos como exemplo o uso de objetos inanimados como fetiches, instrumentos de feitiçaria e amuletos. Contudo, em sexologia e psiquiatria, fetichismo tem um sentido mais restrito, pois, segundo os sexólogos, seria a excitabilidade patológica em relação a partes do corpo ou a artefatos, bem como a tendência a torná-los os objetos principais de seu impulso sexual. Alguns sexólogos utilizam dois termos para designar as formas de fetichismo: PARCIALISMO (o objeto de interesse é alguma parte do corpo do parceiro) e FETICHISMO SEXUAL propriamente dito (o interesse é dirigido para substâncias, artefatos ou objetos naturais inanimados). Convém lembrar que esse é um comportamento exclusivamente masculino, porém podemos encontrá-lo em algumas mulheres. Alguns sexólogos chegam a arfimar que existe um fetichismo à algumas características do objeto sexual. Dessa forma, haveria fetichismo por amputação, deformação, mutilação e por pessoas portadoras de síndrome de Down. Não existe explicações para as causas do fetichismo, porém, alguns psicanalistas dizem que, na fase em que o homem é acometido por temores de castração (ao descobrir que existem seres humanos sem pênis, isto é, as meninas e mulheres em geral), passa a ver em certas peças de indumentárias femininas ou em outro objetos o pênis feminino perdido. Mesmo depois que aprende a reconhecer a realidade genital das mulheres, inconcientemente o fetichista continua à identificar o fetiche com a sexualidade feminina e a dirigir a ele seu impulso sexual. Um segunda teoria diz que o fetichismo ocorre por termos de condicionamento, isto é, o indivíduo se torna um fetichista após a experiência sexual intensamente associada, mais de uma vez, a determinado objeto ou a partes do corpo. Ainda convém lembrar, que uma terceira teoria explica que o fetiche assume significado sexual por imprinting, processo pelo qual o objeto imediato de satisfação de um impulso em suas primeiras manifestações é gravado na memória como "objeto natural" desse impulso. Contudo, convém lembrar que como diversas áreas obscuras da sexualidade humana, também o fetichismo requer muito mais pesquisas para ser compreendido. Dessa forma, entendemos que nenhuma dessas teorias ainda é capaz de explicar a causa do fetichismo no sexo masculino."

in http://pt.wikipedia.org/wiki/Fetichismo_sexual