"TODOS SÃO CAPAZES DE DOMINAR UMA DÔR, EXCEPTO QUEM A SENTE!" William Shakespeare
sábado, janeiro 23, 2016
Uma década...
Sou a bondarina.
Nunca foi segredo que quem assina este blog sou eu, bondarina.
Estive dez anos na Comunidade BDSM Portuguesa, também com o Projecto Dominium.
Tal como disse numa entrevista à SIC há alguns anos atrás, deixaria o BDSM quando me sentisse violentada. E fi-lo.
Faltava "disclosure".
Volto agora para me despedir.
Nestes dez anos, digam o que disserem, mintam, caluniem e difamem, acreditei em tudo o que fiz na e para a Comunidade, em prol da identidade de cada submisso/a ou Dominador/a, sem tabus nem preconceitos e na tentativa maior - e conseguida - de travar a pior discriminação de todas: a auto-discriminação. Fico feliz por ver como evoluiu a Comunidade em termos de saídas do armário, de terem surgido tantas iniciativas com gente real a fazer plays reais em público - sem ser em privados de 15m, como antes...
Fico feliz por ter ajudado quem me procurou e dado o litro para mudar alguma coisa, com todas as pessoas que pertenceram à Dominium e a um Tempo em que tudo era diferente. Fui quem menos se realizou nas práticas BDSM - excepção feita aos meus Donos e Senhores - mas quem mais, sem sombra de dúvida, trabalhou por amor à causa, de estandarte em riste.
Servidos, gordos e anafados - alguns dos que aí andam aos saltinhos agora - outrora amigos, tornaram-se Brutus quando quiseram ganhar dinheiro e pegaram na faca. Tenho pena deles, porque aqui a "crazy person" riu com eles e chorou com eles anos a fio, sem os trocar por qualquer badameco de curva da estrada.
Lamento a sua patetice. Que sejam felizes com as suas escolhas!
O resto?
"Se doer é porque vale a pena"
Tive muito prazer em conhecer-vos.
A submissa bondarina
quarta-feira, maio 14, 2014
Filhas de um deus maior...
"Lisístrata é o nome de uma comédia anti-guerra escrita por Aristófanes em 411 a.C..
Na época em que foi escrita, Atenas atravessava um período difícil de sua história. Abandonados por seus aliados, os atenienses tinham ao redor das muralhas de suas cidades as tropas de Esparta. Essa luta fratricida enfraquecia a Grécia, pondo-a à mercê dos Persas. A peça de Aristófanes, faz uma crítica severa a essa guerra, envolvendo as mulheres das cidades gregas na Guerra do Peloponeso, lideradas pela ateniense Lisístrata, que decidem instituir uma greve de sexo até que seus maridos parem a luta e estabeleçam a paz. No final, graças às mulheres, as duas cidades celebram a paz."
Origem: Wikipédia
"LISÍSTRATA" E A SALVAÇÃO PELO SEXO
Marcos Diamantino
Para tentarmos compreender, nas entrelinhas, a comédia “Lisístrata”, de Aristófanes, convém conhecer o contexto social e político da época em que a peça foi criada: a Atenas do ano 411 a. C. Nesse período estava em curso a Guerra do Peloponeso que, segundo a Professora e Historiadora Margarida Maria de Carvalho, no artigo “A Mulher na Comédia Antiga: a Lisístrata de Aristófanes”, era “considerada como uma guerra entre dois sistemas divergentes: o sistema democrático de Atenas versus o Sistema Oligárquico de Esparta”. A autora afirma que Aristófanes era um crítico contumaz dessa guerra e, portanto, da democracia que permitia tal conflito. A teórica Giselle Moreira da Mata, no artigo “Entre Risos e Lágrimas: uma Análise das Personagens Femininas Atenienses na Obra de Aristófanes”, amplia essa aludida visão crítica de Aristófanes ao citar Freire (1985) para quem o comediógrafo era conservador ao revelar “hostilidade às inovações e a todos os homens responsáveis por elas”. Giselle recorre à contribuição do teórico Acker (2007), segundo o qual Aristófanes “foi defensor do passado de Atenas, dos valores democráticos tradicionais, das virtudes cívicas e da solidariedade social”, usando para a manutenção dessa tradição a sátira violenta.
“Lisístrata” foi escrita no período democrático de liberdade ateniense sendo aceitável a crítica aos problemas sociais e políticos. Por isso faz parte de um subgênero chamado de Comédia Antiga. Após a derrota sofrida por Atenas na guerra, surge a Comédia Nova cujas críticas, de acordo com a autora Giselle Moreira da Mata, caracterizam-se mais por “intrigas privadas e íntimas”. “Lisístrata” nesse sentido pode ser considerada a tentativa de Aristófanes, através da dramaturgia, de evitar a derrocada da sociedade ateniense anterior, que considerava ideal.
A comédia, assim como o teatro grego, nascendo da adoração a Dionisio, deus do vinho e das festas, com destaque para as manifestações falocêntricas, era um género muito popular na Grécia. Considerado, o principal comediógrafo antigo, Aristófanes poderia supor que “Lisístrata”, dada à sua penetração haveria de causar um clamor popular, revertendo as ameaças à democracia ateniense.
Como a sexualidade é factor determinante na cultura universal e sempre desperta o interesse dos povos, desenhou-se o tema propício para uma peça de grande apelo popular. “Lisístrata” apresenta como conflito a greve de sexo proposta por esposas legítimas numa espécie de chantagem para obrigar os maridos a terminarem com a guerra. Para a autora Giselle Mata, outros factores de atracção da peça são “os recursos cómicos: situações ridículas, caricaturas de personagens reais, ironias, trocadilhos e mal-entendidos”. As frases de duplo sentido permeiam todo o texto. Numa cena, o comissário sugere a um artesão que passe em sua casa para alargar a sandália da esposa sugerindo um dupla conotação. As cenas episódicas, independentes, são também uma estratégia para enriquecer o texto.
O Professor Marcos Mota, da disciplina de Teatro da UnB, ressalta, no entanto, os objectivos sérios por trás das peças cómicas. “São, na verdade, paratragédias, ou seja, peças cômicas que se organizam em função da tragédia”.
Os estudos propostos pelos teóricos sobre a condição feminina na Grécia Antiga colocam em dúvida o objectivo de levar a sociedade ateniense a discutir o papel da mulher. A autora Giselle da Mata cita Nikos A. Vrissintzis, autor de “Amor, Sexo e Casamento na Grécia Antiga”, para quem a mulher só adquiria alguma importância através do casamento. Fora do ambiente doméstico, segundo Nikos, quase tudo era proibido para a “esposa legítima”, como participar da política, da cultura e da vida social. Havia restrições até no ambiente familiar, sendo proibido às mulheres, fazer refeições à mesa com o marido. Além disso, havia na Grécia antiga, outras classes de mulheres que não fariam greve de sexo com seus maridos pelo simples fato de não tê-los: eram as concubinas, as cortesãs, as prostitutas e as escravas.
Na verdade, “Lisístrata” critica a todos, inclusive os tragediógrafos. Numa cena, um velho ironiza as tragédias quando diz: - “Não há ninguém mais inteligente que os autores de tragédias. Eles é que têm razão. Pode haver criatura mais sem vergonha que a mulher?”.
A hipótese de que “Lisístrata” poderia contribuir para diminuir a submissão da mulher iria contra a crença de Aristófanes de que a sociedade ideal é a do passado. Os compositores Chico Buarque de Holanda e Augusto Boal, com a letra “Mulheres de Atenas” tornaram popular, através de uma música, o perfil submisso da mulher ateniense: “mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas/ geram pros seus maridos, os novos filhos de Atenas/ Elas não tem gosto ou vontade / nem defeito nem qualidade / tem medo apenas”.
O conceito de salvação através do sexo feminino, presente em “Lisístrata”, aparece sob outra óptica na música “Geni e o Zepelin”, da “Ópera do Malandro”, baseada na “Ópera dos 3 Vinténs”, de Bertolt Brecht. A composição de Chico Buarque alude à mulher de comportamento sexual livre, criticada pela sociedade, e que é obrigada a se entregar sexualmente a um conquistador para salvar a cidade. Antes de se voltar novamente contra Geni, a moralista e hipócrita sociedade a incentiva a servir ao conquistador: “vai com ele, vai Geni / você pode nos salvar / você vai nos redimir / você dá pra qualquer um / bendita Geni”.
Quando em “Lisístrata”, usa-se a sexualidade feminina, mesmo no caso da greve de sexo, para a obtenção da Paz, amplia-se, de certa forma, o preconceito de mulher como objecto sexual. Hipoteticamente, a mulher poderia obter os mesmos resultados se participasse da política ateniense, por exemplo. É possível concluir que, Aristófanes, em busca de seus objectivos, acaba, de fato, explorando a mulher e sua condição submissa na Grécia antiga.
in http://diamantinoarts.blogspot.pt
Falsos Orgasmos...
Masters e Johnson
Wikipedia, a enciclopédia livre
"Masters e Johnson, a equipa de investigação composta por William H. Masters e Virginia E. Johnson, foi pioneira em pesquisas sobre a natureza da resposta sexual humana e o diagnóstico e tratamento de distúrbios sexuais e disfunções, desde 1957 até a década de 1990.
O trabalho de Masters e Johnson começou no Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de Washington em St. Louis e foi continuado na Instituição Independente de Pesquisa Não-Lucrativa, fundada em St. Louis em 1964, originalmente chamado de Fundação de Pesquisa de Biologia Reprodutiva e renomeado Masters & Johnson Institute em 1978.
Na fase inicial dos estudos de Masters e Johnson, entre 1957 e 1965, gravaram alguns dos primeiros dados de laboratório sobre a anatomia e fisiologia da resposta sexual humana, com base na observação directa de 382 mulheres e 312 homens, no que eles estimaram ser "10.000 ciclos completos de resposta sexual". As suas descobertas, particularmente sobre a natureza feminina da excitação sexual (por exemplo, descrevendo os mecanismos de lubrificação vaginal e afastando a noção difundida de que a lubrificação vaginal se originava no colo do útero), e do orgasmo (mostrando que a fisiologia da resposta orgásmica era idêntica se houvesse estimulação clitoriana ou vaginal, provando que algumas mulheres são capazes de ter orgasmos múltiplos), dissipando assim muitos equívocos de longa data.
Em conjunto escreveram dois textos clássicos no campo, A Resposta Sexual Humana e Inadequação Sexual Humana, publicados em 1966 e 1970, respectivamente. Ambos foram Best-sellers traduzidos para mais de trinta línguas. A equipa está representada no Wall of Fame de St. Louis pela importância do seu pioneirismo, apesar dos obstáculos. Além disso, são actualmente o foco de um projecto de televisão chamado Mestres do Sexo para a Produtora Showtime, baseado na biografia de 2009 de Thomas Maier."
sábado, outubro 12, 2013
ESPAÇO VENUS * PORTO * CONVITE
Extremus PlayParty VOL. II
(Fetish e BDSM)
26 de Outubro
Noite com formato diferente das que se têm vindo a realizar
Pré-inscrição Obrigatória: após a pré-inscrição serãs enviadas as regras do evento
Confirmação: a V.resposta, aceitando as regras
Selecção: Porque o espaço acomoda um número limite convivas, após a recepção de todas as confirmações será aleatoriamente escolhido X número de participantes
Não se pretende de algum modo elitizar v ou ofender terceiros, mas sim dividir os convivas por outras datas, obviamente, face às limitações de espaço
INFO: geral.espacovenus@hotmail.com.
Uma noite de eXtremus plays...
sem limites!
terça-feira, setembro 10, 2013
bondarina e Espaço Vénus convidam!
bondarina e Espaço Vénus convidam!
Uma noite na mão dos/das Masters (Dominadores/as), partilhando o espaço e as vontades com os/as submissos...
As regras são simples - os submissos/as obedecem aos Masters (sempre na vertente SSC, obviamente) durante uma noite diferente, mas tentadora!
Cada um deverá levar o seu próprio material.
DressCode Facultativo - para uma noite de BDSM.
Inscrições (e Info) até 13/09 para evanoeden@gmail.com
Let the Games Begin! Mão na Mão!
segunda-feira, setembro 09, 2013
BDSM é uma realidade, não um sonho!
"Daqui a umas horas vou fazer BDSM.
Quero e preciso e nem vou olhar para trás.
Fica feliz por mim!"
Disse-mo uma vez uma amiga submissa, numa decisão de momento.
E foi e fez e voltou - mais vazia do que antes.
E fiquei a pensar no que já sabia...
Que quando tantas vezes tanta gente se interroga sobre o que é uma submissa de alma - talvez seja isto.
Quando precisamos e nos entregamos sem bonds, sem laços nem nós, apenas pela trip de adrenalina que não dura tanto assim, ficamos muito mais vazias depois... drenadas do que deveria ser especial.
Portanto, a magia está em nós, é interior e metamorfósica - precisamos e queremos, mas não em cartuchos de pólvora seca. Será?
Que algumas submissas querem que doa mesmo, que seja mesmo bom, que seja mesmo especial, que seja eterno mas não apenas enquanto dure, porque este amor é feito de tempo mais do que de espaço...
Sim, amor - uma espécie de amor. O pior de todos, que dá sem retorno e sem certeza de devolução.
Como fazer quando a minha amiga e muitas outras/os de nós, que sabem o que não querem quando só lhes surge exactamente isso? É legítimo acreditar que ainda pode acontecer? Será que há Dominadores/as que querem o mesmo, além das fotos fantásticas e dos momentos bem passados "enquanto durar"? Tantas perguntas...
Tanta gente ávida de alguém que as ame no BDSM, que as ampare na Vida, que as faça sentir pertença de... sem esperança num Meio prêt-a....
Como se encontra um Dominador de alma - que, certamente, os há....?
Como se sabe o momento certo para desistir ou investir?
Como se sabe que os olhos brilham se se usa uma venda imposta?
Acho que apenas seguindo caminho e tendo sorte, muita sorte...
Não basta merecer. De todo - seja para Doms ou subs ou apenas gente sem BDSM.
O BDSM deveria ser a ponte que aproxima, mas nos dias de hoje, parece ser o fosso que dilata a distância, como num pesadelo - caminha-se e a estrada é cada vez mais estreita e infinita.
Porque o compromisso pesa? Porque uma coleira pesa? Porque segurar na trela pesa?
As almas vogam num limbo feito de sonhos e esperanças.
Todas.
Algumas recuam perante a luz.
Outras, como as traças, são atraídas e....
Também ninguém disse que seria fácil.
Ninguém avisou que há castigos sem recompensa.
Que há estradas sem fim.
Mas que há gente bonita que merecia ser feliz com a pesada dor da maravilhosa entrega, há.
Que tudo está subvertido, que ninguém sabe para onde vai nem porque está.
Mas alguns fingem muito bem!
(Para ti, submissa de alma, em qualquer lugar do País)
quinta-feira, setembro 05, 2013
CONVITE Espaço Vénus
Dia 07 de Setembro, a parceria Espaço Vénus e FXF, têm o prazer de apresentar um dia kinky no Porto, que conduzirá os mais arrojados kinksters Portugueses numa viagem fantástica pelo Conhecimento e por perversos divertimentos!
I Parte - Workshop de shibari/rope bondage (no exterior).
II Parte - Workshop de chicotes (no Espaço Vénus).
PlayParty (no Espaço Vénus).
- 15H00 / 19H00
- Workshop de shibari/rope bondage (no exterior)
Introdução ao manuseamento de cordas, questões de segurança, nós/base em shibari e rope bondage, estimulação sexual com cordas, introdução à suspensão e a arneses.
Workshop assinado por Dom Grifo
Intervalo para Jantar (não incluído no Programa)
- 21H00 / 00H00
- Workshop de chicotes (Espaço Vénus * Porto)
Introdução ao uso de chicotes, manuseamento e manutenção. Uso e práticas com bullwhips, snakewhips, dragonthongs e floggers duplos.
Questões de segurança. Introdução a massagem\ estimulação com chicotes.
Workshop assinado por Dom Grifo
- 00H00 / 04H00
- PlayParty
Da teoria à prática, das sensações à emoção...onde tudo pode Acontecer...
São, Seguro e Consensual!
- Custos
- WS Cordas: 10 chibatas
- WS de chicotes & PlayParty 15 chibatas
- Dia completo: 20 chibatas
Assim, no próximo sábado caso esteja bom tempo (e vai estar!), o evento será feito no Parque da Cidade de Matosinhos, entrada sul, junto à bomba de gasolina. Zona de merendas.
https://maps.google.pt/maps?q=parque+da+cidade+matosinhos&hl=pt-PT&ll=41.168769,-8.681602&spn=0.039348,0.077162&sll=41.236676,-8.332331&sspn=0.628913,1.234589&hq=parque+da&hnear=Matosinhos&t=m&z=14
Caso esteja mau tempo, será feito no Espaço Vénus.
Quem precisar de morada por favor envie PM para geral.espacovenus@gmail.com
Até breve
https://maps.google.pt/maps?q=parque+da+cidade+matosinhos&hl=pt-PT&ll=41.168769,-8.681602&spn=0.039348,0.077162&sll=41.236676,-8.332331&sspn=0.628913,1.234589&hq=parque+da&hnear=Matosinhos&t=m&z=14
Caso esteja mau tempo, será feito no Espaço Vénus.
Quem precisar de morada por favor envie PM para geral.espacovenus@gmail.com
Até breve
quinta-feira, agosto 29, 2013
Sem máscara.
Espaço Vénus * 24/08
Exibicionismo / Voyeurismo
(foto de LoneWolf)
(foto de LoneWolf)
As máscaras, recomendadas, não impostas.
Como num filme de Kubrick,
a mostrar toda a verdade...
disfarçando a mentira com muito carinho
terça-feira, agosto 20, 2013
Este Sábado, o Espaço Vénus propõe uma noite centrada no Jogo entre o Exibicionista e o Observador.
Ambos activos e actores onde, mesmo em posições diferentes, os prazeres são comuns...
Há quem goste de fotografar, há quem goste de ser fotografado.
Há quem se esconda e quem se mostre, e há ainda os que ficam na bancada, satisfazendo o seu interesse....
Exibicionismo\ Voyeurismo...
Exposto ou secreto...
Sensorial ...
Propomos uma noite de envolvência misteriosa.
Passos calmos e silenciosos, gestos e movimentos sinuosos...insinuantes...
Deixar-se ver ou exibir-se... observar...
Dress-Code Recomendado: Máscaras... Password:Mistério...
"Uma dialética entre superfície e profundidade, entre o visível e o secreto,entre o disponível e o proibido" (Mitchell, 1988)
Sábado * Espaço Vénus * Porto
23H * Pré-Inscrição Obrigatória
evanoeden@gmail.com
Mostrar-se e ser visto - espreitar ou mostrar só um pouco...
Fetiches e Fantasias que uns louvam e outros rejeitam.
Nem sempre é por detrás dos panos que as coisas acontecem!
Atreva-se e realize os seus desejos mais recônditos.
Bem-vindos!
quinta-feira, agosto 15, 2013
Que ontem tive um dia fantástico.
Que hoje tive um dia triste.
Que a Vida é a preto e branco!
Que não há arco-íris que se deixem tocar.
Que te tenho saudades. Muitas saudades...
Que estou cansada - muito cansada.
Que enrolo nuvens no pescoço e faço um nó de enforcado.
Que te tenho saudades e tu não me tens - saudade!
Que não sei onde estarei amanhã e não interessa.
Que às vezes é preciso odiar - e não consigo!
Que gostava de aprender a gritar, alto, num túnel do Metro.
Que me fazes falta.
Que me fazes falta, muita falta.
Que preciso urgentemente de rir.
Que hoje tive um dia triste.
Que a Vida é a preto e branco!
Que não há arco-íris que se deixem tocar.
Que te tenho saudades. Muitas saudades...
Que estou cansada - muito cansada.
Que enrolo nuvens no pescoço e faço um nó de enforcado.
Que te tenho saudades e tu não me tens - saudade!
Que não sei onde estarei amanhã e não interessa.
Que às vezes é preciso odiar - e não consigo!
Que gostava de aprender a gritar, alto, num túnel do Metro.
Que me fazes falta.
Que me fazes falta, muita falta.
Que preciso urgentemente de rir.
quinta-feira, agosto 08, 2013
"Spanking is the act of striking the buttocks of another person to cause temporary pain without producing physical injury. It generally involves one person striking the buttocks of another person with an open hand. When an open hand is used, spanking is referred to in some countries as slapping or smacking. More severe forms of spanking, such as switching, paddling, belting, caning, whipping, and birching, involve the use of an implement instead of a hand.
Corporal punishment is most commonly used to discipline an infant, child, or teenager. It generally involves an adult – typically a parent, guardian, or teacher – striking the child's buttocks as punishment for unacceptable behavior. Historically, boys have tended to be more frequently spanked than girls.
Some countries have outlawed the spanking of children in every setting, but many allow it at least when administered by a parent or guardian. For the legal status of corporal punishment in different countries, see Corporal punishment in the home and School corporal punishment.
In some cultures, the spanking of a wife by her husband is considered an acceptable form of domestic discipline, though the practice is far less common than it used to be. In other contexts, the spanking of an adult can be considered a playful gesture during a social ritual or as a form of entertainment."
in http://en.wikipedia.org/wiki/Spanking
**********
Curiosidades:
http://en.wikipedia.org/wiki/Erotic_spanking
http://www.janusworldwide.com/category/features-c/interviews/
quarta-feira, agosto 07, 2013
Spanking * Música e Fotografia
"Spank" is a single by London glam rock band, Rachel Stamp. This single was the first release via the Cruisin' Records label, an independent record label set up by the band's manager, Sil Wilcox, and distributed across the UK by Pinnacle. There was no promotional video made to promote this release; however, a live video of "Spank" (directed by Corin Hardy and filmed at the band's Hallowe'en show at the London Astoria in 2000) later appeared as a bonus multimedia track on the "Black Cherry" CD single (released in 2002).
in Wikipedia
BDSM vive muito de exibicionismo e voyeurismo.
Depois de décadas fechados no armário, actualmente, graças aos Media e às redes sociais, a exposição fotográfica ganhou nova vertente e impulso nesses parâmetros!
Deixo um link interessante para os amantes de Fotografia Temática - neste caso, Spanking.
Divirtam-se e sejam kinky!
segunda-feira, agosto 05, 2013
CONVITE!
Sábado, 10 de Agosto
Espaço Vénus * Porto
Espaço Vénus convida-Vos a Comemorar o Dia Internacional do Spanking –
celebrado a 8 de Agosto
Assim, no próximo sábado, 10 de Agosto, o Espaço Vénus propicia uma
Noite Especial.
I Parte - Jantar NÃO-TEMÁTICO, com dressCode de Verão. As pessoas sem
nicks!
II Parte – Noite Temática/Spanking * Espaço Vénus / Porto
DressCode Recomendado sob a
temática da Noite – exs.: castigos escolares, rigor vitoriano, punição prisionária, etc.
PRÉ-INSCRIÇÃO
OBRIGATÓRIA ATÉ DIA 08/08,
INDICANDO O NICK E ACOMPANHANTES,
ALÉM DE INFORMAR SE SE INSCREVE NO PROGRAMA
COMPLETO OU APENAS NUMA DAS PARTES
INFO & INSCRIÇÕES
Arrumar sentimentos
"Porque me apetecia ter literalmente umas caixas, onde arrumar pessoas. Arrumar atitudes.
Arrumar sentimentos.
Arrumar e pronto.
Ficarem ali sossegados até ao dia em que eu os soubesse gerir.
Talvez um dia eu voltasse para ir buscar o que hoje guardava... Ou não.
Arrumar sentimentos.
Arrumar e pronto.
Ficarem ali sossegados até ao dia em que eu os soubesse gerir.
Talvez um dia eu voltasse para ir buscar o que hoje guardava... Ou não.
Não precisamos de estar fechados num qualquer lugar distante para nos sentirmos isolados do mundo. Podemos sentir-nos assim mesmo rodeados de gente.
E de barulho. E de coisas. E de tudo.
E de barulho. E de coisas. E de tudo.
Podemos até estar cheios da nossa própria confusão diária, não ter tempo sequer para dormir! Podemos ter os amigos por perto,preencher os nossos dias com todos os compromissos que conseguirmos...Só para ocupar tempo. Para nos escusarmos a ver o que queremos esconder.
Para disfarçarmos de nós próprios o que nos falta.
Mas, no fim de um dia atribulado, aquilo que se nos ocorre é o vazio...E não é por estarmos sós.
Para disfarçarmos de nós próprios o que nos falta.
Mas, no fim de um dia atribulado, aquilo que se nos ocorre é o vazio...E não é por estarmos sós.
Onde fica o limite da nossa sanidade? Onde fica o limiar da insanidade? Quando, contra tudo e contra todos, continuamos a acreditar em algo dentro de nós.
Quando continuamos, principalmente contra nós próprios, a acreditar naquilo que o coração nos diz. A ir contra a nossa própria razão, quando parte de nós, e o resto do mundo, acha que estamos à beira da loucura.
Acreditamos em quê? Confiamos em quem? No limiar da (in)sanidade, fazemos o quê?"
Quando continuamos, principalmente contra nós próprios, a acreditar naquilo que o coração nos diz. A ir contra a nossa própria razão, quando parte de nós, e o resto do mundo, acha que estamos à beira da loucura.
Acreditamos em quê? Confiamos em quem? No limiar da (in)sanidade, fazemos o quê?"
por myroses / Fetlife
04/08/2013
(entre inúmeros comentários de resposta....)
"Os sentimentos não se arrumam. Reciclam-se e pomos etiquetas diferentes consoante as fases e conjunturas do nosso percurso, da nossa Vida.
Os sentimentos são selvagens e indomáveis - se fossem "Domináveis" ninguém gostaria ou acreditaria na pessoa errada, mesmo quando nos avisam e alertam. Os sentimentos são irracionais e com vida própria. Como alguns os mascaram consoante as circunstâncias e os rotulam ora A ora B - ao sabor da corrente é o processo mais habitual num acto mais consequente.
Amei muitas pessoas que me fizeram muito mal e decerto magoei algumas também. A diferença é se a intenção no uso dos sentimentos é maldosa ou não ou/e se carece de fundamento...
Digo sem pejo que nunca consegui odiar ninguém e não me parece que chegue a acontecer. As pessoas são só pessoas e apenas fazemos o possível - tentar! Tentar isto, aquilo e o outro - com Amigos, amiguinhos, Família, conhecidos ou estranhos. Vamos todos tentando...
Não acredito em arrumar sentimentos. Acredito em dar-lhes o valor que tiveram enquanto sabemos que fomos crentes e cheios de dádivas; uma dicotomia sempre presente.
Amei muitas pessoas que me fizeram muito mal e decerto magoei algumas também. A diferença é se a intenção no uso dos sentimentos é maldosa ou não ou/e se carece de fundamento...
Digo sem pejo que nunca consegui odiar ninguém e não me parece que chegue a acontecer. As pessoas são só pessoas e apenas fazemos o possível - tentar! Tentar isto, aquilo e o outro - com Amigos, amiguinhos, Família, conhecidos ou estranhos. Vamos todos tentando...
Não acredito em arrumar sentimentos. Acredito em dar-lhes o valor que tiveram enquanto sabemos que fomos crentes e cheios de dádivas; uma dicotomia sempre presente.
Um Amigo meu, quando me separei de um Dono que me fez mais mal que bem, disse-me :" - Não vou tomar partidos; quando vocês resolveram juntar-se, não me perguntaram. Não me perguntem agora também!" Gostei e achei que tinha razão. É como a História Universal - tirada de contexto fundamenta-se em teorias após a recolha de artefactos, mas de facto - saber se foi assim - ninguém conseguirá saber. O mesmo se passa nas relações.
Nos sentimentos.
Nos sentimentos.
A memória está na ponta dos dedos.
E "Só não choram os que morrem!" (in Retrato de Ricardina"
E "Só não choram os que morrem!" (in Retrato de Ricardina"
PS: Escusado dizer que, quando se escreve na primeira pessoa, automaticamente manifestamos a NOSSA opinião. Jamais haverá conclusões ou consenso nesta matéria....
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